Já ouviu falar em Cobogó?

Hoje vamos falar um pouquinho sobre este “elemento vazado”, típico da arquitetura pernambucana e inspirado nos muxarabis da cultura árabe. O cobogó tem seu nome formado pelas iniciais de seus criadores, Amadeu Oliveira Coimbra (Co), Ernest August Boeckmann (Bo) e Antônio de Góis (Go).

Inicialmente eram feitos diretamente nas obras e de forma improvisada. Foi a partir de sua patente, em 1929, que ele passou a ser industrializado. Podem ser de cimento, mas a popularização desse elemento arquitetônico, trouxe o uso de outros materiais, como vidro, argila e cerâmica.

Interessante e brasileiríssimo, o cobogó está em alta, mas ficou conhecido ao ser difundido por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer em seus projetos modernistas das décadas de 1930 a 1960.

Pode ser utilizado em fachadas, paredes, divisórias, detalhes, no lugar das esquadrias tradicionais, tanto nas áreas internas ou externas. Existem nos mais diversos formatos, e até em peça única.

Durante o dia, trazem iluminação e ventilação natural aos ambientes. E a noite com o efeito da “iluminação mecânica” ganham ar cênico e poético.

Oferece privacidade sem comprometer o visual do exterior, e é um elemento que trás bastante leveza aos ambientes.

Legal não?! Mas uma opção de material para sua próxima reforma ou projeto.

Espero que tenham gostado do post, e não esqueça, qualquer dúvida ou sugestão, deixe um comentário ou mande um e-mail para nós.

Fonte: 1, 2, 3

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